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EDUCAÇÃO FINANCEIRA INACESSÍVEL






    No Brasil contemporâneo, a Revolução Industrial trouxe mudanças singnificativas ao cenário econômico nacional e na relação das pessoas com sua a administração monetária pessoal.  Diante disso, é imprescindível argumentar a favor da democratização do ensino básico financeiro no país. Nesse tocante, nota-se que o jovem que tem o “privilégio” de se formar no ensino médio atual carece de informações fundamentais para a vivência cidadã como: impostos pagos periodicamente, direitos e deveres do trabalhador, taxas monetárias básicas como Selic e IPCA que regem a balança comercial e como conduzir gastos e lucros pessoais para lidar com os diferentes cenários econômicos possíveis no país.

        Além disso, segundo o G1, o endividamento populacional nativo chega ao recorde de 71%. Em uma análise precípua, esse dado reflete a fenda pedagógica que não acompanha a adesão à cultura ocidental do consumo como símbolo de status social. Contudo, é fundamental inserir o sistema político como órgão que serve de modelo administrativo aos cidadãos. Sob essa premissa, o desamparo educativo monetário no país tem raízes no período colonial, já que, o Brasil foi colônia de exploração e desde essa época é afetado pela dependência financeira de grandes metrópoles. Com isso, percebe-se as grandes massas populacionais seguindo essa ideologia, visto que há uma relação de dependência com o trabalho e a gestão do dinheiro. 

      Com efeito, em um momento de crise como a pandemia atual do Coronavírus, seria de extrema importância a presença de educação financeira à saúde física e mental dos brasileiros, visto que, as pessoas que entendem o básico desse assunto viram o presente momento como oportunidade para realização de investimentos certeiros na área de saúde, por exemplo, e estão sempre preparadas para um possível momento de crise por meio da reserva de emergência - veículo que acumula um certo capital para ser usado em um período inesperado- que constantemente evita mudanças drásticas de qualidade de vida, ou a criação de dívidas  diante diante de um cenário emergencial.

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